quinta-feira, 2 de junho de 2016

EDUCAÇÃO FÍSICA - 2o. BIM. (SÁVIA) - COMO SE JOGA O VOLEIBOL

COMO SE JOGA O VOLEIBOL?


O voleibol é um esporte jogado por pontos, e não por tempo. Os jogadores devem utilizar as mãos e braços para tocar a bola, sendo permitido utilizar qualquer parte do corpo, como recurso.
Cada partida é dividida em sets que terminam quando uma das duas equipes conquistam 25 pontos. O vencedor do jogo será aquele que vencer três sets dos cinco possíveis.

Se as duas equipes vencerem dois sets terão que jogar o quinto e último set, denominado tie-break que termina quando um dos times atinge a marca de 15 pontos. Sempre no final de cada set é necessário uma diferença de dois pontos, entre os pontos das equipes, inclusive no tié-break.

Joga-se com seis jogadores de cada lado, as equipes são dispostas na quadra em duas linhas de três jogadores, os três da frente são jogadores de ataque e os três de trás são jogadores de defesa.

No início de cada set, o jogador que ocupa a posição de saque acerta a bola com o objetivo de fazê-la atravessar por sobre a rede e atingir a quadra adversária. Os adversários devem evitar que a bola toque sua quadra, podendo tocar na bola por no máximo três vezes, tomando o cuidado e evitando que o mesmo jogador toque a bola por duas vezes consecutivas.
Após o saque, o primeiro contato com a bola é denominado recepção, que é o principal toque, já que é ele e que evita com que a bola toque a sua quadra. O segundo toque é a levantada, que tem o objetivo de passar a bola para o terceiro jogador, que realiza o ataque, de forma a fazê-la atingir a quadra do adversário.

Após o ataque a equipe adversária deverá interceptar a bola com os braços ou qualquer parte do corpo para evitar que ela atinja sua quadra, esta ação e denominada defesa, seguida também de levantamento e ataque. Se uma das equipes conseguirem atingir com a bola a quadra do adversário ou fizer com que a bola toque um jogador adversário, antes que ela fique fora de jogo, desta forma será marcado um ponto para a equipe.

EDUCAÇÃO FÍISCA - 2o. BIM. (SÁVIA) - HISTÓRIA DO VOLEIBOL

HISTÓRIA DO VOLEIBOL



O voleibol foi criado pelo norte-americano William George Morgan, professor de Educação Física da ACM (Associação Cristã de Moços) de Holyoke, Massachusetts (EUA), em 1895. Embora o basquetebol, criado alguns anos antes pelo também professor da ACM James Naismith tenha tido uma grande aceitação, Morgan considerava o esporte extenuante e de grande contato físico. Desta forma, teve a ideia de desenvolver uma modalidade que fosse mais leve e, ao mesmo tempo, estimulante para seus alunos de meia-idade, grande parte deles formada por homens de negócio.
Morgan teve o tênis como inspiração para a criação do voleibol: redes, quadra e a lógica de passar e repassar a bola de um lado para o outro. Entretanto, desejava que sua modalidade não exigisse tantos materiais e recursos, isto é, que fosse mais prática e democrática que o tênis. Assim, nascia o voleibol, um esporte que podia ser jogado em áreas cobertas ou fechadas, com mais ou menos pessoas, e que não requeria materiais específicos (a bola era passada pelas próprias mãos dos jogadores).
Os maiores problemas enfrentados por Morgan se concentraram na decisão de qual tipo de bola deveria ser utilizado. A primeira opção era usar a bola de basquete, porém rapidamente o professor viu que a mesma era muito pesada. Posteriormente, tentou usar apenas a câmera do objeto, contudo ficou algo bastante leve para a prática. A questão somente foi resolvida depois que Morgan solicitou à firma A.G. Spalding & Brothers a fabricação de uma bola especialmente adaptada às necessidades do voleibol, algo bastante parecido com a bola que conhecemos hoje em dia.
A primeira partida pública de voleibol ocorreu em 1896, durante uma convenção de professores de Educação Física da YMCA, na universidade de Springfield. Uma curiosidade é que até esta data, William Morgan chamava o esporte de “minonette”. Foi após a primeira demonstração da modalidade que o nome pelo qual conhecemos o esporte foi sugerido pelo professor Alfred Halstead.
Nos anos seguintes, o voleibol já se espalhava por diversas cidades americanas. Posteriormente, graças ao alcance da Associação Cristã de Moços Internacional, o esporte se difundiu por vários países, como Canadá, Cuba, Filipinas, China, Japão e grande parte da Europa.
O vôlei se tornou conhecido na América Latina por volta de 1910, quando autoridades peruanas entraram em contato com educadores dos Estados Unidos em busca de aprimoramentos em seus programas de Educação Física. Não se sabe exatamente quando o esporte chegou ao Brasil. Acredita-se que o mesmo tenha sido introduzido pela ACM de São Paulo, por volta de 1916.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

EDUCAÇÃO FÍSICA - 2o. BIM. (SÁVIA) - HISTÓRIA DO FUTSAL

HISTÓRIA DO FUTSAL



A história do futsal ou futebol de salão nos revela uma modalidade esportiva criada na América do Sul. Devido a suas facilidades (o menor número de jogadores e o tamanho menor do campo, por exemplo), o futsal é considerado o esporte mais praticado no Brasil, embora o futebol de campo continue sendo o mais popular.
Como acontece em vários esportes, há divergências no que se refere à história do futsal. Alguns acreditam que o mesmo tenha se originado na década de 40, quando alguns jovens da Associação Cristã de Moços (ACM) de São Paulo, mediante a falta de campos de futebol, começaram a improvisar e a jogar nas quadras de basquete.
Entretanto, a versão mais aceita (reconhecida inclusive pela FIFA) narra que a história do futsal se inicia mais cedo, na década de 30, em outro país sul-americano: Uruguai. Nesta época, o país vivia um intenso sentimento de paixão pelo futebol, fruto da conquista da primeira Copa do Mundo em 1930. Semelhante ao que aconteceu no caso da Associação Cristã de Moços de São Paulo, as crianças uruguaias não tinham onde praticar o esporte, então, começaram a jogar futebol nas quadras de basquete.
Vendo aquela realidade, o professor de educação física da Associação Cristã de Moços de Montevidéu Juan Carlos Ceriani decidiu elaborar regras para a nova modalidade. Para isso, usou o regulamento de outros esportes, como o handebol e o basquete. Ceriani passou a chamar a nova modalidade de “Indoor-Foot-Ball”.
Em 1965, o esporte já havia se difundido por toda América do Sul, fato que resultou na criação da Confederação Sul-Americana de Futebol de Salão, composta por Uruguai, Paraguai, Peru, Argentina e Brasil.

EDUCAÇÃO FISICA 2o. BIM (SÁVIA)- FUNÇÕES E POSIÇÕES NO FUTSAL

FUNÇÕES E POSIÇÕES NO FUTSAL

Vamos iniciar uma série de artigos sobre futsal, começamos com informações e orientações a respeito das posições e funções utilizadas no futebol de quadra. No futsal moderno os jogadores ocupam vários espaços na quadra, jogam normalmente sem posição fixa. O importante é desempenhar a função determinada pelo técnico. Todas as funções e posições têm suas características próprias e é muito importante o jogador de futsal conhecê-las.

1 – GOLEIRO

– função: coordenar a equipe, pois joga de frente para o adversário. Hoje também, o goleiro deve saber usar os pés como passador, lançar com as mãos e ter reposição rápida, Deve orientar sua equipe o tempo todo com vibração e tranqüilidade. Deve saber os movimentos táticos, principalmente os de saída de bola e dar cobertura ao sistema defensivo.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS – pegada, habilidade com as mãos, queda e rolamento, reposição e lançamento com os pés e mãos, passe e chute.

CARACTERÍSTICAS TÁTICAS – colocação, saída do gol, entrosamento com a defesa, reposição rápida de bola, armação de jogadas com pé e mão.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS – liderança, coragem, controle emocional, atenção, concentração, tranquilidade e iniciativa.

2 – FIXO

 – função: geralmente é o atleta encarregado de desarmar as jogadas do adversário, são jogadores de excelente marcação. Hoje também são criadores de jogadas e com bom chute de longa distância. Deve ter grande senso de distribuição de jogo e cobertura. O fixo deve ter bom sincronismo com o goleiro e os alas, a antecipação é fundamental para ser um bom fixo.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS – antecipação, marcação, chute, passe, cabeceio e deslocamento.

CARACTERÍSTICAS TÁTICAS – colocação, entrosamento com o goleiro, noção de cobertura, domínio da antecipação, saber usar o corpo e noção de ocupação de espaço.

CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS – coragem, controle emocional, tranquilidade, decisão, determinação e iniciativa.

3 – Alas

 – função: são responsáveis pela armação das jogadas. Devem deslocar-se constantemente, com ou sem bola. È importante ter na equipe sempre um jogador destro e um canhoto em cada ala. Normalmente os alas jogam em posições invertidas (ala direito no lado esquerdo e ala esquerda no lado direito). Os alas devem ser jogadores que utilizam bem os espaços vazios da quadra, com grande percepção das jogadas e precisão nos passes. Devem saber marcar e atacar na mesma proporção, ter excelente controle de bola, dribles e boa finalização, características importantes para os alas.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - drible, passe, deslocamentos, condução, chute e marcação.
CARACTERÍSTICAS TÁTICAS – armação das jogadas, coberturas, atacar e defender, boa finalização, criatividade e visão de jogo.
CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS – coragem, combatividade, controle emocional, agressividade, determinação e iniciativa.

4 – Pivô – função: quase sempre é o jogador que têm maior poder de finalização, também como característica a proteção da bola de costas. É importante para o pivô saber o tempo certo de passar a bola para seus companheiros. Hoje, o pivô tem que se preocupar com a marcação, pois é dele o primeiro combate. Existem pivôs de referência (mais parado na frente) e pivôs de movimentação (deslocam-se pela quadra).

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS – controle de bola, cabeceio, drible, finalização, passe, recepção, finta, deslocamento lateral e antecipação.

CARACTERÍSTICAS TÁTICAS – colocação, criar espaços, servir os companheiros, primeiro combate, movimentação e conclusão.

CARACTERÍSTICAS PSCICOLÓGICAS – decisão, determinação, coragem, personalidade e agressividade.


quinta-feira, 28 de abril de 2016

EDUCAÇÃO FÍSICA -(Prof. Sávia) ÉTICA E RESPEITO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA

ÉTICA E RESPEITO
A Ética deve refletir sobre os fundamentos e os princípios da moral buscando o enfrentamento de desafios.
A palavra ética vem do grego Ethikós, que significa "modo de ser". Trata o comportamento humano pelo seu valor moral, a natureza do bem e do justo. É também chamada de filosofia moral, por tratar dos valores em sociedade, isto é, do comportamento humano pelo seu valor moral.
Observe as situações abaixo nas aulas de Educação Física e reflita no conceito de Ética.
Situação 1

Durante a aula de Educação Física, no momento de realização de uma atividade lúdica para alunos do segundo ano, havia um aluno que apresentava limitações motoras. A atividade era basicamente a realização de um circuito com cordas, cones e arcos, que os mesmos deveriam vivenciar. Porém, o aluno como apresentava dificuldades motoras demorou um pouco mais para realizar todo o circuito em comparação com os demais. Neste instante outro aluno (AL.1) disse:
[...] “Vai logo, você é muito lerdo, vai mais rápido, anda logo”
 Esta situação fez com que a professora parasse imediatamente a atividade por alguns minutos para dialogar com os alunos sobre respeito, pondo-os sentados em círculo. A mesma questionou o aluno (AL.1) por que se referiu desta forma ao colega. Então o aluno respondeu: [...] “Porque ele demorou muito”
 [...]. A professora esclareceu sobre a diversidade humana e que as pessoas são diferentes. A mesma ressaltou a necessidade de respeitar o próximo com as características, dificuldades e limitações que apresentam. Neste momento, um dos demais alunos pediu à professora que repetisse a atividade, pois ele iria ajudar o aluno no percurso. Assim foi feito, e a cada nova atividade outros alunos também se prontificaram em ajudar o colega nesta e nas atividades seguintes, inclusive o próprio aluno que o ofendeu (AL.1).
 A professora questionou o aluno (AL.1) se ele não deveria se desculpar com o colega ofendido por ele, e ele afirmou que sim e assim foi feito sem resistência por parte do mesmo.
 Segundo Daólio (2005) a Educação física, deve considerar que todos os alunos, independentemente de suas diferenças e limitações, são iguais no direito a sua prática, respeitando-o. A professora pela sua intervenção impediu a exclusão do aluno da atividade e sua frustração e ao mesmo tempo contribuiu para que os alunos vivenciassem uma ação solidária e de respeito para com o colega.

Situação 2

 Durante a aula de Educação Física para alunos do quinto ano, no momento de realização de um jogo de regras denominado “queimada” cujo objetivo era acertar todos os 6 colegas da outra equipe com uma bola, “queimando-os”, foi observado que grande parte dos alunos que eram queimados mentia alegando que a bola não havia encostado neles.
A reincidência desta atitude por parte dos alunos, fez com que a professora interrompesse a atividade e os colocasse sentados em círculo a fim de dialogar sobre honestidade. A professora esclareceu que não faz sentido praticar uma atividade lúdica com base na desonestidade.
Nesse momento, um aluno (AL.2) comentou: [...] “Mas no futebol, sempre vemos os atletas simulando faltas enganando o juiz agindo também com desonestidade” [...].
A professora explicou que esse tipo de conduta é errado, que independentemente do tipo de esporte, seja profissional (de alto rendimento) ou educacional (ensinado na escola), deve haver respeito pelo adversário obedecendo às regras do jogo e agindo com honestidade. Esclareceu que as virtudes de honestidade, respeito e justiça não são exclusivas do esporte educacional e que devem ser constantemente vivenciadas no jogo competitivo exigindo um esforço constante.
É preciso reconhecer que as virtudes devem estar presentes no esporte escolar, repudiando-se os vícios, que não são exclusivos do esporte de alto rendimento, mas que também estão presentes no âmbito escolar.
 Acrescentou que no esporte profissional os interesses financeiros envolvidos, como pressão dos patrocinadores pela vitória para maior exposição da sua marca, podem motivar que determinados atletas assumam condutas erradas a fim de alcançarem a vitória a todo custo, o que deve ser avaliado, julgado e punido, já que neste existe uma justiça desportiva.
 Em seguida o jogo foi retomado com uma modificação. Embora a professora permanecesse coordenando a atividade, a mesma passou a responsabilidade para os alunos, que teriam de assumir que foram “queimados” sem que a professora tivesse alguma intervenção. A cada momento em que um aluno reconhecia que havia sido “queimado” a professora o elogiava por ser honesto. Tal postura assumida por parte da professora contribuiu para a valorização da conduta calcada na prática da virtude honestidade nas ações do educando, vivenciadas no jogo.
O jogo foi conduzido desta forma e foi nítida a satisfação de todos os alunos, pois se sentiram mais responsáveis e orgulhosos em conduzirem a atividade com honestidade.
 Ao término da aula a professora reuniu novamente os alunos enfatizando a necessidade de agirem com honestidade em todos os jogos e também nas situações do cotidiano de cada um.

Situação 3

Durante uma aula de Educação Física ministrada para uma turma do quarto ano do Ensino Fundamental, no momento de uma atividade psicomotora, uma aluna caiu e se machucou sem gravidade. Neste instante, como a escola não dispunha de enfermaria a professora parou a aula para assistir a aluna com primeiros socorros (curativos), pondo os demais alunos sentados.
Neste instante, um desses alunos (AL.3) se lamentou com a professora alegando que o tempo da aula estava passando enquanto a mesma assistia a aluna. O aluno dizia: [...] “Professora, o tempo da aula está passando, vamos continuar a atividade” [...]. Diante desta situação, após assistir aluna, a professora interrompeu a atividade por mais alguns minutos, mantendo os alunos sentados para dialogar sobre amizade e solidariedade.
Ela indagou aos alunos sobre o que consideravam de maior valor naquele momento: a continuidade da aula ou a ajuda à colega que havia se machucado. Os alunos disseram que era cuidar da colega, então a professora enfatizou que a solidariedade à colega tem muito mais valor do que a continuidade da atividade nestas condições. Todos demonstraram compreender a explicação, inclusive o colega que havia se lamentado (AL.3).
Este, após a discussão, voluntariamente, pediu desculpas por sua atitude, reconhecendo-a como errada.

Situação 4

 Em uma aula de Educação Física, antes do início de uma atividade de cabo de guerra para uma turma de terceiro ano, a professora enfatizou duas regras básicas relacionadas à segurança dos alunos:
 1. Que os mesmos não enrolassem a corda no braço;
 2. Que se ela levantasse as mãos e apitasse durante a atividade esta deveria ser interrompida imediatamente, pois simbolizava uma situação de perigo com algum colega se machucando.
No início da atividade para as duas equipes A e B, um aluno da equipe B caiu. Embora sem gravidade, por precaução, imediatamente a professora levantou as mãos e apitou pedindo que a atividade fosse interrompida conforme a regra previamente apresentada.
Um aluno (AL.4) da equipe A, que estava vencendo na ocasião da interrupção ficou indignado alegando que faltava muito pouco para a sua equipe ser a vencedora da atividade. O mesmo se lamentava: [...] “Ah não professora, não era para parar, assim não tem graça, a gente estava vencendo... só faltava um pouquinho para vencermos”[...].
Neste instante, a professora interrompeu a atividade e pôs os alunos sentados para dialogar sobre amizade e solidariedade. Pediu para que os alunos refletissem sobre o que naquele momento era mais importante, vencer mesmo que o colega estivesse se machucando ou interromper a atividade para ajudá-lo. Um dos alunos respondeu: [...] “Parar e ajudar o colega é mais importante porque ele se machucou”[...].
Então a professora enfatizou por meio do diálogo que a solidariedade é importante e representa que alguém demonstra amizade pelo outro sem interesse próprio, e que a generosidade está acima de qualquer vitória em uma atividade.
Enfatizou que todos que se lamentaram pela interrupção da atividade agiram de forma errada, sem considerar a virtude amizade pelo colega. A professora destacou que todos são amigos e, portanto, em todos os momentos e em qualquer situação o correto é se apresentarem solidários uns com os outros.
A conduta da professora na situação acima retrata que as atividades presentes na aula de Educação Física escolar, sejam competitivas ou cooperativas, podem e devem ser utilizadas como instrumentos para o ensino da Ética pela Educação Moral, todas as vezes em que houver uma oportunidade de intervenção.

Considerações Finais


Concluímos que o ensino da Ética integrado à prática pedagógica da Educação Física é possível, por meio da Educação Moral, pois situações de conflito vivenciadas pelos alunos permitiram uma rica intervenção da professora, fundamentada em virtudes e em valores éticos.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Educação Física (prof. Sávia) - IMC (ÍNDICE DE MASSA CORPORAL)

IMC - ÍNDICE DE MASSA CORPORAL

O índice de massa corporal (IMC) é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal. Trata-se de um método fácil e rápido para a avaliação do nível de gordura de cada pessoa, ou seja, é um preditor internacional de obesidade adotado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 Cálculo O IMC é determinado pela divisão da massa do indivíduo pelo quadrado de sua altura, onde a massa está em quilogramas e a altura está em metros.


Cálculo

O IMC é determinado pela divisão da massa do indivíduo pelo quadrado de sua altura, onde a massa está em quilogramas e a altura está em metros.



 Exemplo

Por exemplo, se uma pessoa tem 68 kg e 1,65 m de altura, seu IMC é = 68 / (1,65)2 = 24,98

Ou seja, de posse do valor exato de sua altura, multiplique-o pelo mesmo valor (ou eleve-o ao quadrado). Depois, divida o valor de seu peso pelo quadrado de sua altura. A seguir, utilize a tabela abaixo para a classificação:


 IMC Classificação



IMC em Crianças e Adolescentes

As crianças naturalmente começam a vida com um alto índice de gordura corpórea, mas vão ficando mais magras conforme envelhecem. Além disso, também há diferenças entre a composição corporal de meninos e meninas. E foi para poder levar todas essas diferenças em consideração que os cientistas criaram um IMC especialmente para as crianças, chamado de IMC por idade.

Os médicos e demais profissionais nutricionistas usam um conjunto de gráficos de crescimento para seguir o desenvolvimento de crianças e jovens adultos dos dois aos 20 anos de idade.

 O IMC por idade utiliza a altura, peso e idade de uma criança para determinar quanta gordura corporal ele ou ela tem e compara os resultados com os de outras crianças da mesma idade e gênero. Ele pode ajudar a prever se as crianças terão risco de ficar acima do peso quando estiverem mais velhas. Cada gráfico contém um conjunto de curvas que indica o percentil da criança. Por exemplo, se um garoto de 15 anos de idade está no percentil 75, isso significa que 75% dos garotos da mesma idade têm um IMC mais baixo. Ele tem o peso normal e, embora seu IMC mude durante seu crescimento, ele pode se manter nas proximidades do mesmo percentil e permanecer com um peso normal.

 A faixa de IMC normal pode ficar mais alta para as meninas conforme elas vão amadurecendo, já que as adolescentes normalmente têm mais gordura corporal do que os adolescentes. Um garoto e uma garota da mesma idade podem ter o mesmo IMC, mas a garota pode estar no peso normal enquanto o garoto pode estar correndo risco de ficar acima do peso. Os médicos dizem ser mais importante acompanhar o IMC das crianças ao longo do tempo do que olhar um número individual, pois elas podem passar por estirões de crescimento.

EDUCAÇÃO FÍSICA (prof. Sávia) - SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

É do conhecimento de todos que uma alimentação saudável aliada a exercícios físicos são atitudes importantes para uma qualidade de vida melhor. Além dessas, pesquisas indicam que você pode adotar outras maneiras mais simples ainda para favorecer sua saúde. Veja:
• Atente-se para sua alimentação. Coma devagar, varie sempre os alimentos e evite o sal, já que ele faz a pressão aumentar;
• Durma o suficiente. O sono é uma necessidade básica, como se alimentar e beber água. As pessoas que dormem um tempo inferior àquele que é necessário ganham peso com maior facilidade e podem desenvolver diabetes e depressão.

A IMPORTÂNCIA DA HIDRATAÇÃO NA ATIVIDADE FÍSICA


Cerca de 60% da composição corporal humana é feita de água. Em nossos músculos, esse índice sobe para 75%. Presente em todas as reações químicas que ocorrem em nosso organismo, ela dá forma e compõe a estrutura das células, além de regular a temperatura corporal e auxiliar no transporte de oxigênio e nutrientes. Por isso, a hidratação é de extrema importância para todos os seres humanos, independente da faixa etária, sexo e biotipo físico.
Perigos da desidrataçãoA desidratação é classificada como a perda dinâmica de água pelo corpo, e diversos fatores podem contribuir para isso, como a intensidade e a duração dos exercícios físicos, o clima e até o tipo de roupa utilizada durante a prática.
A perda excessiva de água faz com que o ritmo cardíaco aumente por conta da diminuição do volume sanguíneo. De acordo com Caviglia, “a perda de 10% da água corpórea pode levar a distúrbios graves, como tonturas, dificuldades de concentração, espasmos musculares e problemas renais. E se a perda for superior a 20%, pode ser fatal”.

Como se hidratar corretamente
Quando suamos em excesso, além da perda de água, também perdemos eletrólitos, uma combinação de sódio e potássio, entre outros nutrientes. Dependendo do tipo e da intensidade dos exercícios, água pura pode não ser a forma ideal para repor as perdas ocorridas.
Em casos de atividades superiores a uma hora de duração e, principalmente, corridas de longa distância e maratonas, prefira os isotônicos e bebidas esportivas, ricas em calorias, vitaminas e sais minerais, essenciais para repor, sobretudo, os eletrólitos perdidos. A água de coco também é bastante recomendada neste caso.
Fora isso, a forma mais recomendada de hidratação é tomar de 400 ml a 600 ml de líquidos duas horas antes do início do treinamento, e durante a prática esportiva ingerir 100 ml de água fria a cada 20 minutos. Entretanto, o excesso é sempre prejudicial, podendo comprometer seu desempenho e causar até mal-estar, como a hiper-hidratação, que pode provocar a queda dos níveis de sódio no organismo e também leva a fortes dores de cabeça, náuseas e vômitos.